quinta-feira, 7 de abril de 2016

Vem...sente tua fêmea.

Vem, vem me fazer devassa, me toma,
Me suga com o prazer da sugar
A melhor fruta. Me deita em teu colo,
Sou tua fêmea, devassa, despudorada e nua,
Toda nua, toda tua, toda ávida, de ser possuída,
Por onde quiseres, por onde achares, mas vem...
Deixa que sinta teu gosto de macho,
Deixa pulsar dentro de mim essa vontade
Latejante que me excita, me molha, 
Me invade e me completa. Quero gritar
Palavras devassas, gemer de prazer, 
Sentir essa ansiedade no vai e vem 
Prazeroso dentro de mim, me faz 
Que eu seja tua prostituta, insassiável,
Dadivosa,  cheia da vontade de sentir,
Teu gozo a me preencher o corpo
E a fazer a própria alma gritar de prazer,
Vem me lambuza, me deita, me rola,
Me toma, me invade, e faz em mim
O teu prazer de ser macho, vem...vem

Vivi dos Anjos
06/04/2.016


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Não sou flor...sou tua fêmea

Não me toque como se eu fosse flor, e você...
Gentil cavalheiro a me prometer a doçura de uma carícia.
Não se faça brisa a me cariciar, me envolver em volteios
Suaves  como se eu fosse uma frágil flor temerosa
De ser beijada por um pássaro. Quer que eu grite
Que sou tua fêmea sedenta? Dadivosa, cheia de vontade
De ser possuída, cavalgada, chupada, arranhada
Como uma vadia,..tua... sem pudor  e sem medos?
Vem, me toma, me possui, te faz meu macho
Que não aguento mais essa vontade de ti,
Te sentir em ardentes desejos dentro de mim,
Sentir o latejar forte a preencher uma fera no cio,
Na gula animalesca de se sentir invadida, possuída,
E com gemidos e uivos te lamber o suor de macho
E te sentir todo, como se tudo, mas tudo mesmo
Fosse um pedaço completo de mim, dentro de mim.
Vem, deita, deixa que te cavalgue, vou me deixar
Invadir, me despudorar, gritar, pular frenética
Até sentir tuas convulsões me encherem,
Tomarem minhas entranhas com leite a ser sorvido
Todo, gota a gota, sem nenhuma perda e depois
Me sentir aturdida, gritando, com o coração aos pulos,
Quero mais, não tira ...quero mais...

Vivi dos Anjos
28/09/2.015




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Que o tempo pare pra nós

Vem, vamos descompassar o tempo, que lá fora
Ele corra, voe, passe com pressa de passar, não importa,
Mas aqui, pra nós, que pare, se arraste, fique passivo
Entre nós e nossa vontade um do outro, nossos desejos,
Vem faz de mim tua fêmea, indecente, vontadosa,
Cheia da vontade maliciosa de ser possuída, invadida,
Tomada, sugada, como se fosse fruta suculenta,
Cheia de mel, de prazer, de loucura, num entrega
Sem pudor. Me lambe, me deixa tua pedindo mais,
Me sacode, me invade nesse cavalgar frenético,
Me devassa o ventre de mulher despudorada,
Cheia de manha, gemendo e pedindo mais, e mais...
Tua esposa? Eu? Lá fora. Mãe? Eu? lá fora...
Aqui somos só nós dois, um macho e uma fêmea,
Numa doação onde a razão enlouquece, se perde
Na vontade de pecar, devassa, cheia de pecados
Como se nesse momento nada mais fosse preciso
Que o prazer que estou sentindo agora. 
Vou te deixar assim, dentro de mim, te sugar
A alma nesse teu tremor do possuir-me,
Nessa tua convulsão indecente, gemendo, uivando
Sem nada dizer, apenas teu corpo gritando, estou...

Vivi dos Anjos
29/09/2.014



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