terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ainda podemos falar



Na face as marcas do tempo, esse tempo
Que quase não diz nada se não se quer aprender.
Na voz a tradução de um pensar, um pensar
Que nunca diz nada se não se quer mais crescer
Nos ombros as marcas do peso dos anos
Esses mesmos anos que nunca dizem nada
Se não se quer mais viver.
Nas rugas a beleza das tantas histórias
Essas mesmas historias vividas
Entre sorrisos e lágrimas, entre solidão e saudades
Essas mesmas saudades que nos fazem nunca esquecer
Que amores existiram, que amores se foram, partiram,
Essa mesma partida que tanto nos faz sofrer.
Tempo, amores, idas e saudades, histórias de solidão
Que mesmo nos fazendo chorar, fazendo a alma gritar
Ainda podemos falar: Como foi feliz meu coração!

Vivi dos Anjos

Um comentário:

  1. Toda una pléyade de original sensualidad se despliega en tu envolvente blog.T sigo.T invito a seguir el mío.Saludos poéticos.

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